O PT e sua transição geracional
No PT não foi diferente, ocupamos a sede do partido, neste período, não apenas no intuito de mostrar nossa posição ante o assunto em voga naquele momento, e sua opinião de como a bancada deveria se posicionar, mas toda sua indignação pela forma que a temática juventude vem sendo tratada ao longo de várias gestões no PT estadual. Este cenário, pós-manifestações, trás uma “janela de oportunidades” para o Brasil e o para o PT, no sentido de se renovar e aprofundar suas reformas estruturais mais depressa. O recado das ruas tinha cara e forma. Era a Juventude brasileira no ápice de seu boom populacional afirmando que ser quase 1/3 da população brasileira, faz dela hoje uma importante camada de opinião, demandas e necessidades neste Brasil de 10 anos dos governos progressistas.
Foi ela a protagonista das manifestações de junho e vem sendo ela, a interlocutora das redes sociais e das demandas por mais informação e transparência de nossos governantes e da maneira de se fazer política. Diferentemente de outros tempos, a juventude hoje, influi na opinião dos demais atores de sua família, de todos os outros com acesso restrito ao mundo “virtual” e mais antenado ao mundo“analógico”. É o sistema político como um todo que se abala nas ruas, as instituições corroídas já não representa mais!
O PT precisa acompanhar esse ritmo, sob pena de ficar para trás na história e não compreender o que se inicia. Vemos com bons olhos o aprovado no último Congresso do PT em que 20% das instâncias do partido deverão ser compostas por jovens entre 16 e 29 anos de idade. Entretanto, neste PED, tal conquista para a juventude do partido e para o próprio PT que necessita de oxigenação e de renovar sua direção, não pode ocorrer apenas para “cumprir tabela”, ou seja, a garantia de 20% da direção ser composta por jovens dirigentes, não deve ser usada para alocar a juventude nas pastas que ninguém mais quer ou onde não há função e vida institucional de fato. A lógica não pode ser a de “jovens dirigentes” e sim a de “dirigentes jovens”.
Pelo contrário, o PT deve ser ousado e ser protagonista na política, do clamor e das vozes das ruas que querem renovação, transparência e uma geração política que entende e vivência o novo momento que o mundo pós-crise de 2009 vive, mais multipolar e mais carente de novos projetos para construir um desenvolvimento sustentável e com justiça social.
Por tudo isso, devemos ampliar os espaços e o empoderamento da juventude nos espaços de decisão política e em nossas instâncias para permitir o PT a construir seus passos para o futuro.
Fonrte: PT Nacional
No PT não foi diferente, ocupamos a sede do partido, neste período, não apenas no intuito de mostrar nossa posição ante o assunto em voga naquele momento, e sua opinião de como a bancada deveria se posicionar, mas toda sua indignação pela forma que a temática juventude vem sendo tratada ao longo de várias gestões no PT estadual. Este cenário, pós-manifestações, trás uma “janela de oportunidades” para o Brasil e o para o PT, no sentido de se renovar e aprofundar suas reformas estruturais mais depressa. O recado das ruas tinha cara e forma. Era a Juventude brasileira no ápice de seu boom populacional afirmando que ser quase 1/3 da população brasileira, faz dela hoje uma importante camada de opinião, demandas e necessidades neste Brasil de 10 anos dos governos progressistas.
Foi ela a protagonista das manifestações de junho e vem sendo ela, a interlocutora das redes sociais e das demandas por mais informação e transparência de nossos governantes e da maneira de se fazer política. Diferentemente de outros tempos, a juventude hoje, influi na opinião dos demais atores de sua família, de todos os outros com acesso restrito ao mundo “virtual” e mais antenado ao mundo“analógico”. É o sistema político como um todo que se abala nas ruas, as instituições corroídas já não representa mais!
O PT precisa acompanhar esse ritmo, sob pena de ficar para trás na história e não compreender o que se inicia. Vemos com bons olhos o aprovado no último Congresso do PT em que 20% das instâncias do partido deverão ser compostas por jovens entre 16 e 29 anos de idade. Entretanto, neste PED, tal conquista para a juventude do partido e para o próprio PT que necessita de oxigenação e de renovar sua direção, não pode ocorrer apenas para “cumprir tabela”, ou seja, a garantia de 20% da direção ser composta por jovens dirigentes, não deve ser usada para alocar a juventude nas pastas que ninguém mais quer ou onde não há função e vida institucional de fato. A lógica não pode ser a de “jovens dirigentes” e sim a de “dirigentes jovens”.
Pelo contrário, o PT deve ser ousado e ser protagonista na política, do clamor e das vozes das ruas que querem renovação, transparência e uma geração política que entende e vivência o novo momento que o mundo pós-crise de 2009 vive, mais multipolar e mais carente de novos projetos para construir um desenvolvimento sustentável e com justiça social.
Por tudo isso, devemos ampliar os espaços e o empoderamento da juventude nos espaços de decisão política e em nossas instâncias para permitir o PT a construir seus passos para o futuro.
– See more at: http://www.pt.org.br/noticias/view/artigo_o_pt_e_sua_transicaeo_geracional_por_andre_lopes#sthash.t2si1kQ5.dpuf
No PT não foi diferente, ocupamos a sede do partido, neste período, não apenas no intuito de mostrar nossa posição ante o assunto em voga naquele momento, e sua opinião de como a bancada deveria se posicionar, mas toda sua indignação pela forma que a temática juventude vem sendo tratada ao longo de várias gestões no PT estadual. Este cenário, pós-manifestações, trás uma “janela de oportunidades” para o Brasil e o para o PT, no sentido de se renovar e aprofundar suas reformas estruturais mais depressa. O recado das ruas tinha cara e forma. Era a Juventude brasileira no ápice de seu boom populacional afirmando que ser quase 1/3 da população brasileira, faz dela hoje uma importante camada de opinião, demandas e necessidades neste Brasil de 10 anos dos governos progressistas.
Foi ela a protagonista das manifestações de junho e vem sendo ela, a interlocutora das redes sociais e das demandas por mais informação e transparência de nossos governantes e da maneira de se fazer política. Diferentemente de outros tempos, a juventude hoje, influi na opinião dos demais atores de sua família, de todos os outros com acesso restrito ao mundo “virtual” e mais antenado ao mundo“analógico”. É o sistema político como um todo que se abala nas ruas, as instituições corroídas já não representa mais!
O PT precisa acompanhar esse ritmo, sob pena de ficar para trás na história e não compreender o que se inicia. Vemos com bons olhos o aprovado no último Congresso do PT em que 20% das instâncias do partido deverão ser compostas por jovens entre 16 e 29 anos de idade. Entretanto, neste PED, tal conquista para a juventude do partido e para o próprio PT que necessita de oxigenação e de renovar sua direção, não pode ocorrer apenas para “cumprir tabela”, ou seja, a garantia de 20% da direção ser composta por jovens dirigentes, não deve ser usada para alocar a juventude nas pastas que ninguém mais quer ou onde não há função e vida institucional de fato. A lógica não pode ser a de “jovens dirigentes” e sim a de “dirigentes jovens”.
Pelo contrário, o PT deve ser ousado e ser protagonista na política, do clamor e das vozes das ruas que querem renovação, transparência e uma geração política que entende e vivência o novo momento que o mundo pós-crise de 2009 vive, mais multipolar e mais carente de novos projetos para construir um desenvolvimento sustentável e com justiça social.
Por tudo isso, devemos ampliar os espaços e o empoderamento da juventude nos espaços de decisão política e em nossas instâncias para permitir o PT a construir seus passos para o futuro.
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Foi ela a protagonista das manifestações de junho e vem sendo ela, a interlocutora das redes sociais e das demandas por mais informação e transparência de nossos governantes e da maneira de se fazer política. Diferentemente de outros tempos, a juventude hoje, influi na opinião dos demais atores de sua família, de todos os outros com acesso restrito ao mundo “virtual” e mais antenado ao mundo“analógico”. É o sistema político como um todo que se abala nas ruas, as instituições corroídas já não representa mais!
O PT precisa acompanhar esse ritmo, sob pena de ficar para trás na história e não compreender o que se inicia. Vemos com bons olhos o aprovado no último Congresso do PT em que 20% das instâncias do partido deverão ser compostas por jovens entre 16 e 29 anos de idade. Entretanto, neste PED, tal conquista para a juventude do partido e para o próprio PT que necessita de oxigenação e de renovar sua direção, não pode ocorrer apenas para “cumprir tabela”, ou seja, a garantia de 20% da direção ser composta por jovens dirigentes, não deve ser usada para alocar a juventude nas pastas que ninguém mais quer ou onde não há função e vida institucional de fato. A lógica não pode ser a de “jovens dirigentes” e sim a de “dirigentes jovens”.
Pelo contrário, o PT deve ser ousado e ser protagonista na política, do clamor e das vozes das ruas que querem renovação, transparência e uma geração política que entende e vivência o novo momento que o mundo pós-crise de 2009 vive, mais multipolar e mais carente de novos projetos para construir um desenvolvimento sustentável e com justiça social.
Por tudo isso, devemos ampliar os espaços e o empoderamento da juventude nos espaços de decisão política e em nossas instâncias para permitir o PT a construir seus passos para o futuro.
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