Menos pobreza, mais igualdade

17/11/2006 Menos pobreza, mais igualdade

Desde 2003, houve uma inversão de prioridade. O atual governo decidiu trabalhar para todo o Brasil, com atenção especial para os cidadãos e cidadãs que necessitam mais do Estado. Veja alguns resultados divulgados nos últimos meses:

Desconcentração – Segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado dia 16/11, houve desconcentração da atividade econômica brasileira em 2004, comparada a 2003. A maioria dos estados do Norte e Nordeste aumentou sua participação proporcional ao PIB (Produto Interno Bruto). O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no país. A região Norte elevou sua participação de 5% para 5,3%. O Nordeste contribuía com 13,8% do PIB Nacional, aumentou para 14,1%. Mesmo com esse avanço, o Sudeste ainda contribuiu com 54,9% do PIB nacional, em 2004 (era 55,2% no ano anterior).

Redução da pobreza – A FGV (Fundação Getúlio Vargas), em estudo divulgado no dia 22/9, trouxe resultados importantes quanto à redução da pobreza no Brasil. O estudo concluiu que nos três primeiros anos do governo Lula houve queda de 19,18% no nível de pobreza do país. Esse resultado é o melhor dos últimos 10 anos.

Desenvolvimento Humano – O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil também melhorou em 2004, comparado a 2003, conforme estudo do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). O IDH do Brasil passou de 0,788 em 2003 para 0,792 em 2004, mantendo o país entre as 83 nações de médio desenvolvimento humano. O índice é medido por meio de quatro indicadores: PIB, expectativa de vida, taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais e a taxa de matrícula bruta nos três níveis de ensino.

Combate à desigualdade – O Relatório de Desenvolvimento Humano 2006 da ONU (Organização das Nações Unidas) define o Brasil como exemplo de melhoria na distribuição de renda. O desempenho brasileiro é avaliado com base no índice Gini – indicador de desigualdade de renda que varia de 0 a 1 (quanto mais próximo de zero melhor o desempenho). O Brasil obteve o índice 0,580, demonstrando que, apesar dos avanços, ainda há muito trabalho a fazer.

O presidente Lula, reeleito com 60,83% dos votos, já renovou o compromisso em favor do desenvolvimento com inclusão social, geração de emprego e mais educação para todos. Dentro dessa lógica, é fundamental a aprovação definitiva da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas que vai reduzir impostos para 98% dos empreendimentos comerciais, industriais e de serviços. Também precisamos aprovar o Fundeb (Fundo da Educação Básica) que vai aumentar o volume de recursos para o ensino infantil, fundamental e médio e criar o piso nacional dos professores.

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