Fazendo escola: Nova York vai adotar o programa Bolsa Faímília
Ele se elegeu prefeito da cidade duas vezes, sem usar dinheiro público – torrou o próprio.
Não há nada mais capitalista que Bloomberg. Bloomberg, porém, é daqueles capitalistas espertos. Muito espertos. Que sabem que se o sistema capitalista for bom só para os ricos vai pro brejo.
Ele está preocupado com o número muito grande de pobres em Nova York. Por isso, resolveu fazer o quê?
Aplicar o “bolsa-família” em Nova York.
Segundo o colunista Bob Herbert, do New York Times, onde li a informação, a beleza do “bolsa-família” é que ele tem condicionalidades: a mãe só recebe o dinheiro se a criança for à escola e se submeter a tratamento médico.
Fiquei abismado com a informação: mas, não tem gente no Brasil que diz que o “bolsa-família” é o atraso, que não tem “saída”: quem entra nele não sai mais; que é anti-Capitalista, porque é “assistencialista”?
O Michael Bloomberg, positivamente, não tem nada a aprender com os “capitalistas” brasileiros.
Ainda bem que Geraldo Alckmin disse e repetiu que não vai acabar (??) com o “bolsa-família”, se for eleito.
Não pretende fazer como um governador do Rio, Moreira Franco, que se elegeu porque disse, entre outras coisas, que ia continuar com o Brizolão. E fez tudo para acabar.
Hoje, Moreira Franco é um político que tem a mesma propriedade do Jorge Bornhausen: faltam-lhe votos.
E todos os candidatos a governador do Rio, em 2006, no debate promovido pela TV Record, elogiaram o Brizolão…
Quem sabe o Bloomberg faz um Brizolão no Harlem?
Fonte: Linha Aberta
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