Atração das melhorias urbanas

20/05/2013 Atração das melhorias urbanas

Da população mundial, cerca de 50% concentram-se em cidades no presente e eram 14% em 1900. Estudos apontam probabilidade de, a cada dez pessoas, sete ocuparem áreas urbanas em 2050.

Movimento global em que as cidades hegemonizam crescimento econômico, desenvolvimento social e cultural, marcado pela atração de capital financeiro e capital humano; produção de riqueza; criação e propagação de ideias; desenvolvimento de infraestrutura e serviços para atender as comunidades aglomeradas em pequenas, médias cidades, metrópoles e megalópoles.
 
Advêm dessa hegemonia, por exemplo: cidades-problema e cidades com problemas; cidades mais preservacionistas e menos preservacionistas socioambientalmente; cidades com economias mais dinâmicas do que o país a que pertencem. Cada circunstância dessa porta potencialidades e fatores restritivos ao desenvolvimento cujo porte, natureza e soluções resultam das peculiaridades de cada lugar.
 
Observado assim, qualquer cidade, bem como município e região a que pertence, requer indicadores de suas vantagens competitivas quanto a outros territórios. Daí aponta-se que melhores requisitos de gestão de recursos e autonomia na tomada de decisões pelo governos municipais podem ser utilizados em relação à dependência do governo nacional.
Qual o proveito dessa autonomia?
 
Maior governabilidade sobre resoluções quanto à melhoria das condições de vida e trabalho das pessoas, circunstância básica para ampliar potencial de atração de empreendimentos, impulsionar crescimento econômico, aumentar riqueza, gerar emprego e distribuir renda. Todavia, grife-se: o crescimento crescente dessa melhoria atrai mais atividades e população que demandam por mais, novos e melhores serviços. Consequentemente, isso pede mais orçamento para atender necessidades e interesses dos habitantes da cidade.

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