Números positivos da saúde municipal são apresentados pelo líder do Governo

10/11/2011 Números positivos da saúde municipal são apresentados pelo líder do Governo
Para contrapor dados divulgados pela pesquisa Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, ele ressaltou, com dados atualizados da Secretaria Municipal de Saúde, que Fortaleza é hoje uma das capitais que mais investe em saúde no país. “A aplicação, com recursos próprios, saltou de 17,5% em 2004 para 23,10%, em 2010. Em todos os anos o índice ficou acima do mínimo exigido pelo ministério da saúde, que é de 15%”, disse.
Entre as ações que vêm melhorando a prevenção, promoção e assistência em saúde na capital nos últimos seis anos Ronivaldo citou a realização de concursos para profissionais de saúde na rede de atenção básica e hospitalar. Foram dois concursos para o IJF, um para rede secundária e um para a rede de atenção primária, que possibilitou a expansão do Programa Saúde da Família.
O líder também ressaltou que o número de equipes do PSF (Programa de Saúde da Família) triplicou em Fortaleza. Em 2004, eram 101 equipes agora são 320. No total, mais de 5.200 profissionais, entre médicos, dentistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, agentes comunitários de saúde e agentes sanitaristas foram admitidos através de concurso público. – a criação do terceiro turno em até 38 postos de saúde e a abertura de até 27 unidades nos fins de semana ampliou o horário de funcionamento para atender a população.
“Sem falar da criação de leitos de UTI, reforma e ampliação de unidades, inauguração de duas farmácias populares e dois CEOS (Centro de Especialidades Odontológicas). Três hospitais distritais estão sendo ampliados e o Hospital da Mulher tem 86% de suas obras concluídas”, afirmou.
Ronivaldo observou ainda que indicadores mais importantes em saúde, como os índices de mortalidade infantil e mortalidade materna, estão em queda em Fortaleza. A taxa de mortalidade infantil (óbitos em menores de um ano), que em 2004 era de 21,2 por mil nascidos vivos, em 2010 foi de 12,01. Enquanto em 2004 foram registrados 70,8 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos, três anos mais tarde, as mortes caíram para 39,3. Os projetos desenvolvidos no Gonzaguinha de Messejana fazem do hospital-maternidade referência municipal na humanização do parto e na atenção à mulher e à criança. O número de atendimentos em pré natal saltou de 32.689 em 2004 para 79.775 em 2010 e o número  e consultas a gestantes de de 33.911 para 51.344.
“Considerando o avanço nos números, a Secretaria Municipal de Saúde entende que os resultados da pesquisa são contraditórios e avalia que a metodologia não levou em conta os indicadores acima citados, o que refletiria, com certeza, numa possível melhora na posição de Fortaleza”, concluiu o líder. 
 

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