Professores reivindicam melhorias nas condições de trabalho

29/05/2009 Professores reivindicam melhorias nas condições de trabalho

“O objetivo desse debate é levar para a sociedade a importância dessa categoria e a compreensão desse momento de greve, que foi a saída encontrada para as reivindicações apresentadas”, disse Rachel Marques, propositora da iniciativa.
Algumas das reivindicações da categoria são: pagamento da progressão horizontal, que institui um acréscimo de 5% no salário dos professores; reformulação do Plano de Carreira (professores e funcionários) construída com a categoria; reajuste salarial de 19,2%; regularidade do pagamento dos professores temporários; condições de alimentação escolar no ensino médio e a publicação do edital do concurso público para os educadores.
Maria Valdecir de Abreu, do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do Ceará (Sindiute), pediu que as prefeituras do Estado apresentem para a categoria onde está e como se gasta o dinheiro do Fundeb. “O piso é lei e está sendo violado”, reclamou. O professor Reginaldo Pinheiro, da Apeoc, afirmou que a greve é uma “paralisação de advertência”. “Posso assegurar que esta é uma das greves que se dá em defesa da educação pública” disse ele, que garantiu que “toda a carga-horária dos alunos será reposta, isso é um compromisso dos professores”.
Além deles, participaram do debate o presidente do Conselho do Fundeb, Geraldo Magela; o presidente do Conselho de Educação, Edgar Linhares; o presidente da CUT, Jerônimo do Nascimento; o vice-presidente do Apeoc – CNTE, Joaquim Jucelino Linhares; o representante da CUT Nacional, Anísio Melo; e da Procuradoria de Defesa da Educação, Francisco Elnatan de Oliveira.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social da Assembléia Legislativa do Ceará

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