Centrais e movimentos vão às ruas dia 30 de março para defender empregos e direitos
Levando às ruas de todo o país, dia 30 de março, segunda-feira, uma resposta contundente do povo brasileiro em defesa da redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução de salário, de investimentos na reforma agrária, na geração de empregos, valorização dos salários e garantia de direitos.
Na reunião preparatória, realizada no último dia 19 de março, os dirigentes da CUT, Força Sindical, CGTB, CTB, NCST, UGT, Intersindical, Conlutas, MST, UNE, UBES, Marcha Mundial de Mulheres, representações do movimento negro e comunitário mostraram que estarão novamente unidos nas ruas para responder à crise com unidade e mobilização em uma grande jornada pelo desenvolvimento e pela defesa dos direitos trabalhistas e sociais.
Na mesma data, serão feitos atos e mobilizações em vários países das Américas, África, Ásia e Europa, denunciando a globalização neoliberal, que fomentou a desregulação dos mercados, as privatizações e a desnacionalização das economias como a responsável pela crise.
O presidente Nacional da CUT, Artur Henrique, destaca que entre as prioridades do dia 30, que também é o Dia de luta pela terra na Palestina, estão à defesa da paz, a aceleração da reforma agrária, a defesa dos empregos e o combate aos juros mais altos do mundo. Entre as propostas apresentadas pelo líder cutista está a de conformar a mais ampla unidade contra as demissões: "A partir de agora temos de atuar de forma rápida e conjunta. Se uma empresa demitir, vamos todos para lá. Nossa resposta precisa ser contundente, pois a classe trabalhadora não pode pagar pela crise dos especuladores", enfatizou.
Fonte: Secretaria Nacional de Mobilização do PT
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