Cid Gomes participou de entrevista na AM DO POVO/CBN e fala sobre a insegurança que o Estado vem sofrendo
Mais uma vez, a segurança voltou a ser tratada de forma prioritária. Com relação a esse tema, Cid lamentou que, mesmo com o grande aumento da violência, o Estado tem investido percentualmente menos nos últimos três anos, durante o atual Governo. “Nossa meta é dobrar o número de policiais nas ruas”, assegurou. Outra proposta é reabrir pelo menos 50 delegacias nos municípios do interior que tiveram as delegacias fechadas nos últimos anos.
Cid Gomes falou sobre a idéia de criar o programa “Ronda de Quarteirão”, fazendo um trabalho de polícia comunitária. O programa seria mantido através de 100 equipes formadas por policiais militares e geraria um custo inicial de R$ 26 milhões e de R$ 2,5 milhões por mês para sua manutenção.
Cid, assegurou que é contra a privatização da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e da Companhia de Gás do Ceará (Cegas). “Não tenho nenhum ânimo pela privatização. A Cagece é uma empresa pública que tem bons resultados”, disse.
O candidato comprometeu-se ainda a diminuir o número de terceirizados na máquina administrativa. “O Estado gasta mais com terceirizados do que com os efetivos”, afirmou. Cid Gomes vai efetivar os agentes comunitários que hoje não possuem vínculo direto com o Estado e convocar os defensores públicos que já se submeteram a concurso público. “No caso dos defensores, se o número ainda for insuficiente, vamos realizar outro concurso”, afirmou o candidato.
Cid defendeu que o Ceará precisa dar um salto de qualidade para melhorar a vida da população, já que muitos indicadores pioraram ou ficaram estagnados nos últimos anos. “Há um bom tempo não conseguimos diminuir a taxa de mortalidade e sair da casa dos 24 por mil nascidos. Precisamos avançar”, avaliou.
Ele criticou ainda o baixo crescimento econômico do Estado e os altos índices de analfabetismo. “No passado, o Ceará já conseguiu crescer uma vez e meia o que o Brasil cresceu, mas nos últimos anos conseguimos crescer apenas o mesmo índice que o Brasil”, lamentou, defendendo ainda ações para melhorar a qualidade da educação e, com isso, reduzir o analfabetismo, sobretudo das crianças e jovens que estão na escola.
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