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03-07-2017

#GREVEPORDIREITOS - 50 mil participam de ato em Fortaleza nesta sexta-feira (30/6)


Manifestações e paralisações ocorreram em todo o Ceará e envolveu todas as oito centrais sindicais e movimentos sociais que atuam no estado. Maior ato levou 50 mil ao Centro da capital

Pelos menos 50 mil pessoas participaram do ato de massa em Fortaleza, como parte das mobilizações da Greve Geral, em âmbito nacional, realizada durante toda a manhã e parte da tarde desta sexta-feira (30/6). Na capital, trabalhadores e trabalhadoras, representantes de movimentos sociais e sindical, juventude, estudantes, negros, LGBTI e sociedade civil organizada se manifestaram desde as primeiras horas da manhã. A caminhada teve concentração principal na Praça Clóvis Beviláqua (mais conhecida como Praça da Bandeira), no Centro. Depois, seguiu pelas ruas do bairro até a Praça do Ferreira, mobilizada pela CUT-CE e demais centrais sindicais e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
 
As mobilizações denunciam novamente os riscos que a aprovação das reformas do governo ilegítimo representa para a classe trabalhadora e para o País. Nas palavras de ordem do dia: Diretas Já! Fora Temer! Nenhum Direito a Menos!Entre as categorias que aderiram total ou parcialmente à greve no Ceará, estiveram: bancários, comerciários, eletricitários, metalúrgicos, caminhoneiros, portuários, trabalhadores da educação (municipais, estaduais e federais), servidores públicos (municipais, estaduais e federais); setor do comércio, transporte público e construção civil, entre outros. Houve registros de fechamento de comércio ainda em grandes centros urbanos de cidades como Crato, Camocim e Sobral. No Interior, houve, em alguns pontos, trancamentos de BRs e CEs, com apoio dos movimentos sociais.
 
O movimento grevista começou nos locais de trabalho e em espaços públicos, com grande concentração de pessoas, ao longo de todo o mês de junho. Esse dia 30 seguiu uma agenda de luta nacional, que culminou com a histórica greve do dia 28 de abril. No Ceará, hoje, ocorreram atos de rua, panfletagens, paralisações e atos de massa em praticamente todas as regiões. No Interior, eles se intensificaram no Vale do Jaguaribe, Sobral, Itapipoca e Cariri.
 
Depoimentos:
“As oito centrais sindicais que atuam no Ceará, irmanadas com os partidos políticos de esquerda e com o apoio indispensável dos movimentos sociais, conseguiram dar o seu recado nas ruas hoje em praticamente todo o Ceará e em Fortaleza, principalmente. Construímos hoje uma agenda formidável, em unidade absoluta e de forma participativa. É o que todos queremos e não vamos dar sossego: pelas Diretas Já! Por nenhum direito a menos! E pela derrubada do golpista Temer do poder!”
(Wil Pereira, presidente da Central Única dos Trabalhadores no Ceará – CUT-CE)
 
“Hoje, no Brasil inteiro, estamos com gente nas ruas. São trabalhadores e trabalhadoras parados/as dando o recado para a burguesia nacional, que deseja que nunca tivéssemos saídos dos tempos de escravidão. Não estamos só resistindo, estamos também propondo. E agora temos que manter pressão total nos senadores cearenses – dos três representantes do Ceará, apenas um está do lado da classe trabalhadora e isso é muito grave”.
(Graça Costa, Secretária Nacional de Relações de Trabalho da Central Única dos Trabalhadores - CUT)
 
“A classe trabalhadora está paralisada em todo o país. Essa não é uma luta de A ou B. É uma luta de todos nós, que não podemos deixar que brinquem com direitos conquistados ao longo de tanto tempo e de tanto suor e até sangue derramado. É uma luta que vai beneficiar também as próximas gerações”.
(Luciano Simplício, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – no Ceará)
“A classe trabalhadora do estado do Ceará, a juventude, o povo negro, o povo pobre, o homem e a mulher do campo, todos estão aqui hoje, debaixo de chuva e sol, unificando uma bandeira: todos querem tirar o Temer do poder. Ele achar que foi Deus quem o colocou ali é uma piada, um desaforo com toda a sociedade”.
(Raquel Dias, da coordenação da Central Sindical e Popular - CSP Conlutas)
 
“Neste dia, somos milhares em Fortaleza, no Cariri e em outras regiões do Estado, formando uma unidade da esquerda e da classe trabalhadora. Vamos continuar nas ruas para barrar os projetos de Michel Temer e sua quadrilha, até derrubar esse governo golpista”.  
(Dóris Soares, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto no Ceará/Frente Povo Sem Medo)
 
“O governo imoral e ilegítimo de Michel Temer ainda vai enfrentar muito o povo nas ruas. Ele não vai nos calar. A manifestação de hoje está bonita e demonstra a união de tantos que sabem os riscos que a classe trabalhadora e toda a sociedade estão sofrendo”.
(Francisco Moura, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros no Ceará – CSB-CE)
 
“Nesse momento é bonito ver o Centro da cidade com as lojas totalmente fechadas. Oitenta por cento do comércio do Centro hoje baixou as portas. E se ameaçarem cortar o ponto de alguém hoje por conta disso, nossa orientação é que procurem o nosso sindicato para revertermos isso. É mais importante perder um dia de trabalho do que as férias, o décimo terceiro salário, a aposentadoria e a dignidade”.
(Assis Albuquerque, da direção do Sindicato dos Comerciários de Fortaleza)
 
“A classe patronal e o Congresso estão muito bem articulados para impor esse retrocesso sem precedentes nos direitos da classe trabalhadora. Não vamos dar descanso enquanto essas reformas não forem barradas”.
(Fernando Chaves, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Ceará - Sindmetal)
 
“Amparado por um Congresso que não nos representa, o governo golpista que voltar ao passado e aumentar as relações de trabalho precarizado e de semi-escravidão. Querem nos condenar a trabalhar uma vida inteira sem termos tempo de usufruir da nossa aposentadoria. Exigimos a saída imediata do corrupto e criminoso Michel Temer do poder. E quem diz isso não somos só nós: é a Polícia Federal. Precisamos derrotar essas reformas e fazer avançar as eleições diretas. Não aceitamos mais um criminoso comandando o nosso país”.
 (Marta Brandão, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Ceará - Sindsaúde Ceará)
 
“É o mais completo absurdo levar adiante reformas que destroem tão rapidamente conquistas que levaram tantos anos para ser alcançadas. Estamos nas ruas e ajudamos a construir essa greve geral para pea saída imediata de Michel Temer e para barrar essas reformas”.
(Nestor Bezerra, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Fortaleza)
“Vão ser necessários mais atos e mais reformas para derrubar esse governo ilegítimo. É muita maldade sendo imposta por esse governo golpista. Viva a classe trabalhadora! Viva os movimentos sociais e o movimento sindical que organizaram esse dia nacional de paralisações!”
(Domingos Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará - Sintro)
 
“É muito importante a gente estar nas ruas nesse dia 30. O povo brasileiro não aguenta mais tanto retrocesso de reformas absurdas em cima dele. Precisamos continuar muito mobilizados. As pessoas precisam compreender que essa luta nas ruas é pela garantia dos direitos de todos; é uma brigada por toda a sociedade. Uma possível aprovação da reforma trabalhista vai ser o enterro dos direitos da classe trabalhadora”.
(Matheus Figueiredo, presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Ceará – DCE/UFC)
 
“Estamos ocupando as ruas hoje para mostrar à sociedade que a comunidade LGBTI também está unida contra as reformas do governo golpista. Nossa população está cansada de ser oprimida e de ter subempregos. Esses espaços não nos cabem mais”.
 
(Sílvia Cavallieri, militante do movimento LGBTI)
 
Escrito por: Frente Brasil Popular - Ceará e CUT-CE

 

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